Quem sou eu e por que suas joias afetivas estão em boas mãos

Olá, eu sou a Amanda!


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Sou apaixonada por joias, histórias e por tudo aquilo que transforma uma peça em algo verdadeiramente especial. Minha relação com a joalheria começou muito cedo, quando eu tinha apenas 7 anos e fazia minhas primeiras peças com miçangas. O que começou como uma brincadeira logo se transformou em uma pequena marca de bijuterias — e também em uma das primeiras experiências que me ensinaram sobre criatividade, trabalho e empreendedorismo.

Desde então, nunca mais parei de aprender.

Aos 17 anos, entrei na Faculdade de Moda Santa Marcelina (FASM), em São Paulo, onde mergulhei ainda mais nos universos da moda, da arte, do design e da joalheria. Meu estágio foi em uma fábrica de bijuterias no centro de São Paulo, lugar que continua sendo muito especial para mim. É ali que encontro materiais para minhas criações, fornecedores que se tornaram parceiros ao longo dos anos e grandes amigos.

Depois da graduação, fiz minha pós-graduação em Negócios de Joias no Instituto Europeo di Design (IED). Na mesma época, tive a oportunidade de trabalhar na Uber47, uma empresa incrível de joias de prata com design exclusivo. Foi uma verdadeira escola para mim: um período de muito crescimento profissional e aprendizado sobre o mercado de joias.

Também busquei ampliar meus conhecimentos em negócios, e-commerce e marketing, porque sempre acreditei que criar uma joia é apenas uma parte de todo o trabalho. É preciso entender pessoas, histórias, desejos e também o negócio que existe por trás de cada criação.

Antes de morar no exterior, trabalhei na Poésie, onde me aproximei ainda mais do universo dos casamentos. Foi lá que me apaixonei pelos diamantes e pelas pedras preciosas presentes em anéis de noivado, alianças de casamento e anéis de formatura.

Essa paixão também me levou à escrita. Até hoje, escrevo semanalmente para o blog E-noivado, produzindo conteúdos sobre casamento e joalheria.


Uma joalheira em constante aprendizado


Minha trajetória também me levou para Nova York, onde tive a oportunidade de estudar no Gemological Institute of America (GIA) com bolsa de estudos, cursando minha segunda pós-graduação, desta vez em Diamantes.

Durante o período em Nova York, também realizei diversos cursos no Fashion Institute of Technology (FIT) e conquistei minha certificação em Pérolas pela Cultured Pearl Association of America (CPAA).

Participei ainda da New York Jewelry Week (NYJW), tanto demonstrando a técnica de crochê no metal quanto atuando como voluntária em eventos. Foram experiências que ampliaram meu olhar sobre a joalheria e me permitiram conhecer diferentes profissionais, técnicas e formas de pensar o universo das joias.

Hoje, de volta ao Brasil, continuo estudando e me aprofundando nesse universo. Atualmente, estou cursando minha terceira pós-graduação, desta vez em Pedras Coloridas, também com bolsa de estudos no Gemological Institute of America (GIA).


E onde entra a Arij?


A Arij é o resultado de tudo isso.

De uma menina que começou fazendo miçangas aos 7 anos, de anos de estudo, de experiências em empresas que foram verdadeiras escolas, de materiais garimpados, de muitas horas de bancada e, principalmente, do desejo de criar joias que tenham significado para quem as usa.

Aqui você encontrará coleções que desenvolvi ao longo da minha trajetória, peças disponíveis atualmente e projetos especiais realizados para clientes que confiaram suas histórias às minhas mãos.

Mas encontrará também algo que considero ainda mais importante: joias que carregam histórias.

Acredito que uma joia não precisa ser valiosa apenas pelo material de que é feita. Seu verdadeiro valor também está naquilo que ela representa: uma pessoa querida, uma lembrança, uma conquista, um casamento, um nascimento, uma história de família ou simplesmente um momento que merece ser guardado.

É por isso que, além de criar novas joias, também gosto de olhar para aquelas que já existem. Uma peça esquecida no porta-joias pode ganhar uma nova vida. Uma joia de família pode ser restaurada. Um material que já não é usado pode se transformar em algo completamente novo.

No fim, é disso que a joalheria faz parte para mim: transformar histórias em joias e dar novas histórias às joias que já existem.


Seja bem-vindo à Arij.